PALAVRAS DA DIREÇÃO
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Nome:
Vera Lúcia Gonçalves Costa
Formação:
Pedagoga com 23 anos atuando na área de Educação Infantil Especializações nas áreas de Orientação Educacional e Supervisão Escolar. Pós-graduada em Administração Escolar pela Universidade Cândido Mendes. |
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Nome:
Maria de Fátima Felix
Psicólogo
escolar, ao tecer um novo olhar sobre as relações que se estabelecem ao longo
de sua prática, contribui para o entendimento de diferentes formas de
subjetividade construídas e mediadas pela relação dialógica, seja entre
corpo docente e discente, entre a instituição e os sujeitos que dela fazem
parte, entre pais e professores, entre pais e alunos e entre os próprios
alunos. É este olhar mais
“humanista” que favorece a descoberta de potencialidade, muitas vezes
encobertas, adormecidas e impedidas de se manifestar.
A
Dra. Fátima além de psicóloga é pediatra e esta a disposição dos pais 2as
, 4as e 6as auxiliando nos seguintes aspectos. -
Avaliação
dos alunos de acordo com os projetos implementados; -
Análise
e intervenção relacionadas às interações em sala de aula; -
Desenvolvimento
de programas junto aos pais, orientando sobre soluções facilitadoras da
aprendizagem; -
Diagnóstico
e encaminhamento de problemas relativos a queixas escolares. |
Repercussão
da Problemática Emocional no Rendimento e nas Relações Escolares.
A
personalidade é uma unidade dinâmica, influenciada por experiências vitais.
Compreende-se,
a repercussão de problemas e dificuldades emocionais no ajustamento
escolar.
A
criança ao ingressar na escola já teve experiências relacionadas a diversas
situações e irá reagir
a esse novo ambiente de acordo com anteriores condicionamentos, sendo
portanto, freqüente encontrarmos crianças que não conseguem adaptar-se, nem
ter satisfatório rendimento nos estudos por estarem comprometidas por
ansiedades e tensões psíquicas.
Tal
fato ocorre porque a problemática emocional, ligada à situação conflitiva,
absorve a disponibilidade perceptiva e reacional do indivíduo à estimulação
externa, dificultando a sua integração ao meio ambiente e perturbando não só
a sua capacidade de atenção, de concentração, de raciocínio, mas,
sobretudo, a de relacionamento.
Assim sendo, dificuldades de assimilação na aprendizagem escolar e de
rendimento podem estar relacionadas a problemas de fixação emocionais e de
crescimento da personalidade, uma vez que a idade escolar simboliza
desenvolvimento e há muitas crianças que não desejam crescer por medo,
insegurança ou ciúmes.
A competição e o temor do fracasso podem, por outro lado, provocar
dificuldades de aprendizagem e de adaptação e a reprovação escolar pode
responder a uma necessidade inconsciente de castigo.
Geralmente,
crianças com problemas emocionais adotam atitudes agressivas de inibição, de
constrição, de regressão, de isolamento, hostilidade, de oposição, de
indiferença, de indisciplina, de exibicionismo, de dissimulação e
sensibilidade.
O
trabalho e a orientação dos pais nesses casos é tão importante quanto difícil,
pois sentem-se ameaçados e perseguidos, nem sempre colaborando, uma vez que estão
comprometidos com os próprios conflitos e acham que são apenas problemas
escolares, não considerando que possam ter interferência direta na solução
das dificuldades da criança.
Assim,
se um menino pinta um céu vermelho e um mar amarelo, pode ocorrer a um adulto
que deva explicar que a realidade não é assim, chegando com isto a mudar o seu
modo de pintar.
No entanto, dentro dela o céu continuará vermelho e o mar amarelo.
Tal imposição da realidade se insistente e mal orientada só contribuirá
para inibi-la daí por diante.
“Sabemos
que para a criança o ato de criar é mais importante que o trabalho realizado,
aliás Spencier já dizia em 1853 – “Não importa se a criança faz bons ou
maus desenhos, mas sim saber se ela desenvolveu ou não suas capacidades
criadoras.”
Portmann
afirma que a vida do espírito só poderá reencontrar plenitude quando o homem
se vir tão grande no pensamento como no sonho.
Augusto
Rodrigues, pioneiro do ensino artístico no Brasil e fundador da Escolinha de
Arte do Brasil (1948), declara: “A criança não faz arte para ser artista mas
para expressar-se e melhor ajustar-se ao meio em que vive.”
Sabemos
que o amadurecimento pessoal se faz através das experiências adquiridas pelo
indivíduo; assim , o exercício e treinamento da capacidade criadora da criança
propicia melhores condições para a aprendizagem formal da escola.
O
ensino pré-escolar proporciona aos alunos técnicas, meios e ambiente de
liberdade, onde as crianças podem desenvolver sua capacidade expressiva,
construtiva,
criadora e inventiva.
Maria
de Fátima